Roraima recebe nova remessa de vacinas contra covid-19 enquanto país soma 6,3 milhões de doses distribuídas
Roraima recebeu 4.404 doses da vacina contra a covid-19 nesta semana, dentro de um novo envio nacional do Ministério da Saúde que distribuiu mais de 2,2 milhões de doses para estados e o Distrito Federal.
Com a nova entrega, o país soma 6,3 milhões de doses distribuídas nos primeiros meses do ano, segundo a pasta, que afirma que os estoques estão garantidos em todo o Brasil.
As vacinas ofertadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas contra as variantes em circulação e destinadas principalmente aos grupos mais vulneráveis.
“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, disse o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.
A distribuição das doses ocorre por pauta automática baseada em critérios populacionais e de aplicação anterior. Estados e municípios são responsáveis pela gestão local dos imunizantes e podem solicitar doses extras em situações excepcionais.
Entre janeiro e março, o Ministério da Saúde enviou 4,1 milhões de doses, com 2 milhões já aplicadas. Roraima recebeu 32.402 doses nesse período.
O esquema vacinal inclui idosos, gestantes, crianças, imunocomprometidos e população geral.
Idosos recebem duas doses a cada seis meses. Gestantes recebem uma dose por gestação. Crianças seguem esquema de duas ou três doses.
Imunocomprometidos recebem três doses iniciais e reforço semestral. Pessoas de 5 a 59 anos recebem uma dose se não vacinadas.
Outros grupos prioritários incluem profissionais da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade.
A orientação é manter a vacinação em dia nas unidades de saúde. A covid-19 segue como infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2, com risco maior para grupos vulneráveis.
Até 11 de abril de 2026, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal e 30.871 de SRAG, sendo 4,7% relacionados à covid-19, com 188 mortes.

